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CICLO DE APRENDIZAGEM VIVENCIAL – CAV

Ciclo De Aprendizagem Vivencial (post)

A Aprendizagem Vivencial é um processo experimental, realizado em grupo e individualmente. Em grupo porque os objetivos de aprendizagem podem ter pontos específicos a serem desenvolvidos por aquele grupo, por aquela organização. Individual porque, apesar de ser uma atividade em grupo, esta reverbera estimulando as pessoas a realizarem mudanças pessoais.

O Aprender é um processo natural do ser humano, é o fluir natural da vida. As pessoas encontram-se em processo de aprendizagem contínuo através de experiências que resultam em conhecimento, habilidades e comportamento. O grande desafio é usufruir das experiências como referencial de aprendizagem para novas ações.

A pergunta para um facilitador da aprendizagem, o Professor, deve ser: como posso facilitar o aprendizado do adulto, como levá-lo a perceber suas potencialidades, seus desejos, suas possibilidades?

Acredito que a aprendizagem que reúne prazer, verdade e permanência é a experimentação. Os adultos precisam viver, experimentar, perceber a aplicação na sua vida dos conceitos apresentados. Na experimentação, usamos todos nossos sistemas representativos (visão, audição, olfato, tato).

Entendo, também, que a emoção é fator preponderante nessa experimentação. O “experimentar humano” passa pelo corpo, por seu movimento e todas as atividades vivenciais contemplam o movimento.

Utilizamos o Ciclo de Aprendizagem Vivencial criado por David Kolb, que é um método que possibilita a reflexão sobre a atividade na busca de um aprendizado efetivo, que resulte em mudança de comportamento. São cinco as etapas básicas do ciclo: Vivência, Relato, Processamento, Generalização e Aplicação.

A Vivência

É a experimentação, uma atividade lúdica e motivacional. O aluno/participante é desafiado, é estimulado a expressar seus conhecimentos, habilidades e sentimentos. A atividade é em grupo, mas cada participante colabora com suas iniciativas, com suas percepções e realidades.

Esse é um momento muito rico para o grupo, pois auxilia o entendimento da diversidade, amplia a tolerância e estimula a busca de pontos convergentes. Por vivência podemos caracterizar a atividade inicial, o jogo em si mesmo: “fazer, realizar, construir”.

O Relato

É o compartilhamento de observações e pontos de vista depois da realização da atividade proposta. Após a vivência de um jogo ou simulação, o facilitador passa à fase do relato. É nesse momento que ele oferece espaços ao grupo para compartilhar sentimentos, reações e emoções.

O Processamento

É considerado uma das fases mais importantes do ciclo da aprendizagem vivencial. Nela ocorre a etapa da reflexão e observação (ter a noção de que somos observadores diferentes da realidade; que cada realidade é válida; e aumenta o entendimento de todos). O processamento é o momento em que os participantes têm a oportunidade de analisar o ocorrido durante o jogo avaliando sua situação e estabelecendo relações com o resultado obtido.

Nesse momento são discutidos os padrões de desempenho e o nível de interação entre os jogadores. O facilitador propõe alguns questionamentos aos participantes, estimulando a percepção das reações e sentimentos manifestados durante a experimentação. Também é o momento de analisar e avaliar os desempenhos com relação aos resultados obtidos, pontos positivos e negativos.

A Generalização

É a etapa do ciclo em que o facilitador estimula o grupo a pensar nas correlações com o dia a dia na empresa, com a vida real, o concreto. Após o processamento, os jogadores já têm condições de sair da “fantasia e da simulação” e entrar na realidade.

O momento da generalização é aquele em que o grupo faz comparações e analogias do jogo e seu cotidiano empresarial. Neste momento, é importante que os participantes percebam que não é simplesmente uma brincadeira. Que os aspectos lúdicos da atividade fazem parte deste processo de aprendizagem vivencial.

A Aplicação da Aprendizagem Vivencial

É o momento de questionar o que se aprendeu e como refazer suas ações mais alinhadas ao aprendizado obtido. Este momento é crucial e cabe ao facilitador demonstrar que as contribuições individuais devem ser respeitadas e acolhidas.

Para fechar o Ciclo da Aprendizagem Vivencial, é necessário preparar atividades que deem margem à aplicação do que foi vivenciado e discutido. Após identificar falhas, acertos, facilidades e dificuldades, o grupo parte para o planejamento de novos rumos. Assim sendo, a aprendizagem é a modificação do comportamento.

Em especial, a aprendizagem vivencial ressalta a interação entre o participante e o meio, onde cada um procura adaptar-se aos estímulos recebidos à sua necessidade. Durante essa busca pelo conhecimento o participante atravessa várias fases, entre as quais alguns valorizam as experiências cotidianas como a informação captada no meio ambiente. Já outros dão maior ênfase na observação e na reflexão, para formarem suas opiniões.

Ainda na mesma linha de pensamento pode-se observar que existem os que preferem usar a lógica para resolverem os problemas apresentados. Além desses, podem ser descritos os que optam pela experimentação ativa, esse grupo interessa-se em descobrir como as teorias e esquemas funcionam na prática.

O Papel do Facilitador é crucial na condução da atividade e seu resultado; aprender a conduzir grupos neste tipo de aprendizagem requer um compromisso consigo mesmo de estar sempre aberto ao novo e ainda de entender que as soluções são diversificadas e amplas.

 

Aquilo que ouço, esqueço.

Aquilo que vejo, lembro.

Aquilo que faço, aprendo.

                        Confúcio

O curso de vendas da YMDA Educação aplica com excelência as técnicas do Ciclo de Aprendizagem Vivencial, transferindo conhecimento com altas taxas de absorção e aprendizagem aos seus alunos.

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