A BOLA DA VEZ: VENDA DIRETA

Segundo a definição da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas):

“A venda direta é um sistema de comercialização de bens de consumo e serviços baseado no contato pessoal entre vendedores e compradores, fora de um estabelecimento comercial fixo.”

Pode ter outras definições se considerarmos pontos de vista diferentes:

Para os revendedores: “É uma fonte alternativa de renda, aberta a qualquer pessoa, independentemente de sexo, idade, escolaridade ou experiência anterior. Os revendedores também têm o benefício de trabalhar em horários flexíveis, ganhar conforme a dedicação e se desenvolver pessoal e profissionalmente.”

Para o consumidor: “Representa um atendimento personalizado que não se encontra mais no varejo tradicional.”

Para a sociedade: “É uma forma de contribuir para minimizar o problema do desemprego, além da oportunidade de gerar renda familiar complementar, gerando mais riqueza para o país.”

O Brasil é o  maior represente deste segmento na America Latina, e é o 6º colocado no ranking mundial perdendo apenas para os gigantes Japão(5º), Alemanha(4º), Coreia do Sul(3º), China(2º) e Estados Unidos(1º).

Um fato que merece menção é a surpreendente 4ª colocação da Alemanha nesse mercado, uma vez que o povo japonês é tido como um povo bastante reservado e contido. Dois anos antes figurava apenas na 10ª posição no ranking da WFDSA.

A venda direta é o maior responsável pelo surgimento de centenas de milhares de novos milionários nos Estados Unidos nos últimos dez anos.

No Brasil, esse mercado mobiliza quase 5 milhões de pessoas e movimentou mais de R$ 40 bilhões em 2016.

Com o agravamento da crise, estima-se um grande crescimento no número de pessoas envolvidas com este modelo de comercialização.

Se você acredita, como muitos, que Venda Direta é coisa de fracassados que não conseguem emprego no mercado tradicional, talvez seja o momento de rever seus conceitos. Afinal, seria mera coincidência que os países mais poderosos do mundo sejam os maiores representantes deste novo modelo de comércio? Países desenvolvidos entendem muito bem o conceito de MERITOCRACIA. e, venda direta e meritocracia são praticamente sinônimos.

A minha aposta é que apesar de estarmos muito bem ranqueados nesse universo, somos ainda muito simplistas e ingênuos no que tange ao real potencial desse modelo de vendas no Brasil. Por outro lado, os novos entrantes corporativos tem demonstrado ter feito a lição de casa e aprendido com os erros cometidos pelos que os precederam. Percebe-se um acurado aprimoramento em suas ofertas de remuneração e foco cada vez maior no processo comercial e com atenção e cuidados redobrados na formação da equipe de vendas. Ingressar em uma delas é uma questão de tempo e de oportunidade.  Muito provavelmente você ou algum familiar seu vai ingressar em uma delas e vai perceber que é apenas uma outra forma de fazer o que sempre fizemos desde que conhecemos o conceito de “moeda”: a venda. Minha experiência com a Venda Direta foi muito positiva. Sob essa nova lente, confesso que tive que rever muitos conceitos (equivocados) que tinha quanto a gestão comercial da minha própria empresa. Por outro lado, é um mercado repleto de oportunidades em termos de serviços para as empresas de Venda Direta bem como seus empreendedores, executivos ou distribuidores. É um belo mercado ainda invisível aos olhos dos leigos… por simples “pré-conceito”.

Conheça um pouco mais deste fascinante universo no site da ABEVD:  http://www.abevd.org.br

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